colinha

Política de Privacidade

Atualizada em 30 de setembro de 2026.

A colinha é uma ferramenta em que o eleitor monta a sua lista de votação e salva uma imagem para levar no dia da eleição. Esta página explica, sem rodeio, o que fica registrado quando alguém usa uma colinha, para quê e por quanto tempo — e o que guardamos de quem compra uma.

Quem é responsável

Cada colinha pertence a quem a monta e paga por ela — em geral, a campanha ou o próprio candidato. Quem monta e paga a colinha é o controlador dos dados coletados nela. A ferramenta é operada por quem a desenvolve, na condição de operadora.

Os registros de cada colinha ficam separados: o painel de uma colinha mostra só os dados dela, e a senha de um painel não abre o de outra colinha. Uma campanha não enxerga os dados da outra.

O que é registrado

DadoPara quê
Data e hora do acessoSaber quando a colinha é usada
Tipo do evento (abriu, preencheu, salvou a imagem, compartilhou)Medir quantas pessoas chegam até o fim
Um identificador aleatório do navegadorNão repetir a mesma pessoa na contagem. Não tem nome, e-mail nem telefone
Os números digitados nos campos livresSaber quais candidatos entram nas colinhas montadas
Endereço IPIdentificar a origem do acesso e detectar uso automatizado
Cidade e estado aproximados, derivados do IPSaber de que região vêm os acessos

Do eleitor que usa a colinha, não são pedidos nem registrados nome, telefone, e-mail, CPF, título de eleitor ou qualquer cadastro. A colinha não tem login.

Sobre os números digitados. Os números que o eleitor preenche revelam preferência política, que a LGPD classifica como dado pessoal sensível quando associada a uma pessoa identificável. Eles são usados apenas para a leitura agregada da campanha (quantas vezes cada número apareceu) e o acesso ao painel é restrito por senha.

Quem tem acesso

Os dados não são vendidos, cedidos nem cruzados com outras bases.

Por quanto tempo

Os registros ficam guardados enquanto a colinha da campanha estiver no ar e são apagados em até 60 dias após o fim do período eleitoral, salvo se a lei exigir prazo diferente.

Cookies

A colinha não usa cookies de rastreamento nem ferramentas de publicidade. Ela guarda, no seu próprio navegador, os números que você preencheu, para você não perder a colinha ao fechar a página — isso fica só no seu aparelho e você pode apagar limpando os dados do site.

Para saber quantas pessoas visitam o site, usamos o Vercel Web Analytics, do serviço de hospedagem. Ele conta visitas às páginas de forma agregada (página, país, tipo de aparelho e navegador), sem cookies e sem identificar quem visitou.

Quem compra a colinha

Quem monta a colinha pelo site e paga por ela informa alguns dados no pedido. Para esses dados, a controladora é a operadora da ferramenta.

DadoPara quê
NomeIdentificar o pedido e dar suporte
WhatsAppEntregar a colinha e dar suporte
E-mail (opcional)Dar suporte, se você preferir ser atendido por e-mail
Endereço IP de onde o pedido foi feitoPrevenir fraude e pedidos automatizados
O que você montou (estado, candidatos fixos, cores, textos e o endereço escolhido)Publicar a colinha e o painel

Esses dados não são vendidos, cedidos nem usados para outra finalidade.

Seus direitos

A LGPD garante a você confirmar a existência de tratamento, acessar, corrigir, pedir anonimização ou exclusão dos seus dados, entre outros direitos previstos no art. 18. Para exercer qualquer um deles, fale com a campanha responsável pela colinha que você usou, ou com a operadora pelo WhatsApp (19) 97109-9900. Quem comprou uma colinha fala direto com a operadora.

Base legal

O tratamento se apoia no legítimo interesse de medir o alcance da própria ferramenta e, no que toca a preferência política, no consentimento do eleitor ao usar a colinha, informado por este aviso. Você pode pedir a exclusão a qualquer momento.

Os dados de quem compra a colinha são tratados para cumprir a compra — publicar a colinha, entregar o painel e dar suporte — e, no caso do IP do pedido, pelo legítimo interesse de prevenir fraude.

Este texto descreve exatamente o que o sistema faz hoje. Ele não substitui a análise do jurídico da campanha, que deve revisá-lo antes da divulgação.